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Ago 06 2008

Osasco tem Festa Cidadã

Promover a integração entre escola e comunidade. Esse é o objetivo do projeto da Secretaria de Educação de Osasco, que organizou um calendário prevendo que todas as unidades da rede tenham um dia diferente. Esta quarta-feira, 6, foi a vez da Cemei Maria Tarsila Fornasaro Melli, no Jaguaribe, abrir as portas à comunidade.

Trata-se da “Festa Cidadã”, dia em que professores e funcionários das escolas são anfitriões de um evento repleto de atividades. De acordo com a diretora da unidade, Marilisa Gasparini, a festa tem o objetivo de reunir os talentos do bairro em torno da escola, promovendo a participação popular, sobretudo a dos pais de alunos, nas ações previstas para o dia. Na Cemei, por exemplo, os monitores das oficinas de ikebana e origami, bem como o responsável pela distribuição do algodão doce, são pais de alunos. Além das já citadas, outras ações integraram a programação do dia, como aulas de montagem de bijuterias, culinária, artefatos feitos a partir de revistas e jornais, apresentação de sarau com alunos da 4ª série, apresentação de trabalhos pedagógicos, balão pula-pula e cama elástica.

A abertura do evento aconteceu com a apresentação da fanfarra da escola. Durante todo o dia, pais e alunos ainda puderam assistir à palestra sobre higiene bucal, com a Dra. Rubia Gasparini, participar do projeto educativo do Demutran e assistir às apresentação de Toninho Nascimento, músico conceituado da cidade, e da bailarina Erica Alcântara, que abrilhantaram a festa.

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Ago 06 2008

Osasco sediou a III Conferência Regional de Direitos Humanos

Na manhã de sábado, 2 de agosto, o Sindicato dos Metalúrgicos sediou a III Conferência Regional de Direitos Humanos. A conferência contou com a participação do poder público e da sociedade civil para a promoção da cidadania e a dignidade da pessoa humana.

O evento tem o objetivo de propor diretrizes, eixos e prioridades da Política Municipal, Regional e Estadual de Direitos Humanos, promover também a participação e a reflexão sobre os direitos humanos com debates sobre as necessidades da sociedade, tais como: segurança, saúde, emprego, educação, desenvolvimento econômico e social, política agrária e fundiária, meio ambiente, questões raciais e de gênero, orientação sexual, intolerância religiosa, acessibilidade, entre outras.

De acordo com o coordenador de Relações Internacionais, Roque Aparecido, “a realização da conferência é um estimulo para continuarmos o conjunto de políticas que estão sendo implementadas, visando colaborar para que as prefeituras e o Estado possam cumprir com o seu dever e assegurar plenos direitos à sua população”, disse.

As iniciativas levantadas servirão de base para o debate e a discussão da VI Conferência Estadual de Direitos Humanos e da Conferência Nacional (VI CNDH). Roque Aparecido ressaltou ainda que “o fundamental dessa conferência é olhar para a realidade de cada cidade e definir políticas públicas que assegurem os direitos humanos”.

Na plenária foram eleitos 27 delegados para participarem da VI Conferência Estadual, sendo que 16 são representantes da sociedade civil e 11 do poder público.

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Ago 05 2008

Promoção Social de Osasco apresenta serviços às crianças e adolescentes de forma lúdica

Cerca de 150 crianças, adolescentes, familiares e técnicos que atuam em programas sócio-educativos com esse público, pela Secretaria de Assistência e Promoção Social (Saps), da Prefeitura de Osasco, conheceram as dependências e atividades do Centro de Referência Especializada em Assistência Social (Creas), do Jardim Bela Vista, onde funciona o recém lançado programa Osasco pela Vida - Criança e Adolescente, dia 25.

Foi um dia inteiro de apresentação do espaço físico e das atividades que integram o programa de atendimento aos usuários desse centro de referência especializado no público entre 6 a 19 anos de idade acolhido nos abrigos e nos programas sócio-educativos mantidos pela municipalidade para atender crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em relação aos vínculos familiares e afetivos.

“Acreditamos poder reduzir e prevenir riscos pessoais e sociais junto às crianças e adolescentes, atendidos por nós, por meio de dinâmicas como essa, como também permitir o resgate social daquelas em situação de rua”, explicou a psicóloga Robélia Vasconcellos Catelli sobre a programação apresentada ao público, que incluiu oficinas de hip-hop, confecção de pipas, brincadeiras esportivas, jardinagem, crochê e tricô, pintura em tecido, capoeira e gincana.
As crianças e adolescentes presentes na alegre e divertida dinâmica vieram da Casa Vida Nova e dos Centros de Referência mantidos pela Saps, onde são abrigados os internos que passarão pelas oficinas terapêuticas do Creas.
“O que mais conta para nós não é o aprendizado em si mas o modo como crianças e adolescentes receberão atendimento profissional voltado à sua proteção, resgate e integração social em meio favorável ao desenvolvimento saudável”, concluiu a psicóloga, antes de apresentar à reportagem o menino “Edson” (nome fictício), 13 anos, que fugiu de casa porque o pai é usuário de drogas e ele não aceita o comportamento do genitor nem os maus tratos recebidos. O menino quer estudar, se formar em línguas e turismo, conhecer o mundo e seguir princípios cristãos. Seu planejamento de vida está decidido e documentado por ele em carta endereçada ao Serviço Social da cidade de Osasco, onde o pequeno buscou socorro e abrigo após abandonar a casa e a cidade onde morava.

Crianças como o menino “Edson” são encontradas nas ruas de Osasco, vindas, a maioria, de outras cidades, pelos monitores do Programa Osasco pela Vida, vendendo doces ou pedindo esmolas nos semáforos. Algumas estão acompanhadas de adultos, não raro parentes. Após aborgadem, os menores e acompanhantes são informados sobre a legislação que proíbe a exploração do trabalho infantil e convidados a fazer parte do programa Osasco pela Vida, onde são triados, passam por atividades sócio-educativas e recebem cuidados de higiene, saúde e alimentação. Quando oriundos de outras cidades, o Serviço Social de Osasco busca fortalecer e ampliar a rede de proteção social a esses menores incluindo seus municípios de origem no atendimento, por meio do serviço social, conselhos tutelares e de defesa dos direitos da criança e do adolescente. “Sem fortelecer vínculos com a rede de proteção entre municípios e famílias não conseguiremos atender plenamente as necessidades desses cidadãos”, concluiu Maria Isabel Panaro, diretora de proteção social especial da Saps.

Fonte: jornalista Gisele Pecchio Dias

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Ago 05 2008

NÃO SEJA O MELHOR AMIGO DO RATO

Texto: Fábio de Souza Cardoso
Biólogo - Centro de Controle de Zoonoses.

Em grandes cidades como Osasco, encontramos três espécies de RATOS. Alem de ser um animal de difícil controle populacional seu comportamento é pouco conhecido pela sociedade.

Uma espécie muito bem organizada socialmente, eles são em duas espécies neofóbicos (medo a alimentação nova) portanto cada vez que se introduz uma alimentação diferente (veneno) o chefe do grupo manda o mais novo comer e fica sendo observado por alguns dias até que o chefe autoriza toda colônia a comer, daí a eficácia do veneno controlado, produtos hoje comercializado em forma de granulado e parafinado, que tem seu efeito ativo em média de 5 dias, tempo suficiente para toda colônia comer. O chumbinho por ter seu efeito quase imediato faz com que o rato ao comer, morra logo em seguida e o chefe da colônia não manda mais ninguém comer, desta forma não é possível controlar a população de ratos. O chumbinho está proibido desde 1982.

Ciclo de vida

? RATAZANA (Rattus norvegicus) com uma média de vida de 2 anos.

? RATO DE TELHADO (Rattus rattus) com uma média de vida de 1 ano e meio.

? CAMUDONGO (Mus musculus) que vive cerca de 1 ano.

A partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o tempo de gestação é, em média, de 19 a 22 dias e o número de filhotes por cria é de 5 a 12, na dependência da oferta de alimento e abrigo.

Agravos à saúde

Os ratos urbanos transmitem várias doenças como a leptospirose, a peste bubônica, o tifo murino e a hantavirose, entre outras. Também causadores de acidentes causados pela mordedura.

Medidas preventivas (um dever de TODOS)

Cada um de nós pode verificar a infestação de ratos, pode ser verificada através da observação dos seguintes sinais:

Fezes: sua presença é um dos melhores indicadores de infestação. As fezes podem levar à identificação da espécie presente;
Trilhas: sua aparência é de um caminho bem batido, com 5 a 8 cm de largura, sendo encontradas geralmente nas proximidades de muros, junto às paredes, atrás de materiais empilhados, sob tábuas e em áreas de gramados;
Manchas de gordura: deixadas em locais fechados, por onde passam constantemente como, por exemplo, nas paredes e vigas;
Roeduras: os ratos roem (mas não ingerem) principalmente materiais como madeira, cabos de fiação elétrica e embalagens de alimentos para gastar sua dentição e como forma de transpor barreiras para alcançar os alimentos;
Tocas: são encontradas junto ao solo, junto aos muros, entre plantas e normalmente indica infestação por ratazanas;

A prevenção é possível através da adoção de um conjunto de medidas que chamamos de antirratização:

- Acondicionamento correto do lixo: dentro de sacos plásticos, em recipientes com tampas apropriadamente fechadas e limpas periodicamente, de preferência sobre estrado, para que não fiquem diretamente em contato com o solo;
- Dispor o lixo na rua somente na hora que o coletor passa para recolher;
- Nunca jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios;
- Acondicionamento correto dos alimentos: em recipientes bem fechados;
- Inspecionar periódica e cuidadosamente caixas de papelão, caixotes, atrás de armários, gavetas e todo tipo de material que adentre ao ambiente e possa estar servindo de transporte ou abrigo a camundongos;
- Vedar frestas ou vãos que possam servir de porta de entrada aos ratos para os ambientes internos;
- Colocar telas (com menos de 1 cm de vão de diâmetro), grelhas, ralos do tipo “abre-fecha”, sacos de areia ou outros artifícios que impeçam a entrada desses animais através de ralos, encanamentos ou outros orifícios;
- Evitar o acúmulo de entulho ou materiais inservíveis que possam constituir abrigo aos ratos;
- Manter terrenos baldios limpos e murados;
- Manter limpas as instalações de animais domésticos e não deixar a alimentação destes exposta onde os ratos possam ter acesso, principalmente à noite;
- Vistoriar e manter limpos garagens e sótãos.
De importância fundamental é a parceria da comunidade do entorno, que deve ter informação e compreensão adequada do problema para eliminação de hábitos e costumes que possam contribuir para a proliferação dos ratos, tais como jogar lixo, entulho e sobras de alimento em córregos, praças, terrenos baldios, bueiros, etc.

Lembrando:

Eles só vivem onde encontram ABRIGO, ALIMENTO, ÁGUA e ACESSO.

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Ago 05 2008

Casa de Angola completa 4 anos com exposição, música e poesia

Casa de Angola

Casa de Angola

A Casa de Cultura Afro-brasileira é uma seção da Secretaria de Cultura em parceria com a Coordenadoria do Gênero e Raça da Prefeitura, e completou quatro anos. O espaço é utilizado como referência cultural afro-descendente da região. Osasco é o único município da Grande São Paulo a criar um centro voltado exclusivamente aos costumes africanos. No local, foram construídas duas Ocas, que estão interligadas por um galpão central. A estrutura do teto é de tronco de eucalipto tratado e a cobertura em piaçava. As paredes são em alvenaria revestida, lembrando as construções em taipas-típicas africanas. O espaço criado inicialmente, para abrigar a cultura da cidade irmã de Osasco na África, chamada Viana.

A Casa de Angola de Osasco já realizou importantes eventos e encontros para debater e discutir a cultura negra. Entre eles, a tradicional Roda de Samba do movimento cultural Projeto Nosso Samba, rodas de capoeiras e oficinas para introdução ao maculelê, palestras sobre a mulher Angolana e encontro Pankararé com exposição, palestra, apresentação cultural, danças e alimentação típica, entre outros eventos. Na Casa é possível ainda participar de aulas de capoeira através do Projeto Palmares e ver exposição de peças trazidas de Angola.

Para festejar os quatro anos, no dia 1º de agosto, aconteceu a abertura de exposições das obras de Sônia Limas e Padre Paulinho e no dia 3 a Feira Cultural, com artesanato, roupas, tranças e bonecas negras. Entre as atividades culturais, teve: samba de raiz com os grupos Projeto Nosso Samba e Samba no Beco; além do Rap DMN e OBP, poesias de Betânia, Serginho Poeta e Elton Moraes e grupos de pagode.

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