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Reestruturação da saúde garante melhor atendimento à população

reforma-hospital.jpgEm 3 anos e meio, 30 unidades foram reformadas, incluindo o Hospital Central e a Maternidade Amador Aguiar, e a rede ganhou importantes programas, como Remédio em Casa e Atendimento Domiciliar. Além disso, foram implantados serviços como SAMU, Incor/Osasco e Farmácia Popular

Em 1º de janeiro de 2005, Osasco ganhou espaço na televisão pelo caos em que se encontrava a rede de saúde municipal. Em reportagem do jornal SPTV, da rede Globo, foram destacados o desabastecimento de remédios nas unidades básicas de saúde e as péssimas condições do Hospital Municipal Central Antônio Gilgio, com infiltrações e goteiras até no teto do centro cirúrgico.

Reestruturação da saúde garante melhor atendimento à populaçãoEsse era também o primeiro dia de governo do prefeito Emidio de Souza, a quem coube a tarefa de administrar esse caos. E, ao invés de investir na construção de novos prédios, ele optou por fazer uma reestruturação completa no atendimento, cuidando das unidades já existentes para garantir um atendimento cada vez melhor à população.

Três anos e meio depois, os avanços são muitos. Cerca de 30 unidades de saúde passaram por grandes reformas. Dentre elas, destacam-se os prontos socorros do Santo Antônio e também da Vila Pestana. Esse último, inaugurado no final da administração anterior, chegou ao início de 2008 sem contar sequer com tubulação de oxigênio, e hoje, totalmente reestruturado, abriga inclusive uma ala de emergências psiquiátricas.

Reestruturação da saúde garante melhor atendimento à populaçãoOutra grande conquista foi a implantação do Incor Osasco, na zona Norte, garantindo atendimento com nível de 1ª mundo, em cardiologia, à população. Hoje, 90% dos casos da área já são tratados na unidade, com exceção daqueles mais graves. E o Incor conta ainda com 6 leitos exclusivos na UTI do Hospital Central.

Único hospital municipal da cidade, ele também recebeu grandes investimentos. Passou por sua primeira reforma desde a inauguração, trabalho que reestruturou o atendimento e ampliou o número de leitos. Foi equipado ainda com aparelhos de ponta, como o arco cirúrgico, que garante mais precisão às intervenções, principalmente ortopédicas.

A Maternidade Amador Aguiar, na zona Norte, também não foi deixada de lado. A prefeitura promoveu uma reestruturação completa para que ela seja, hoje, a única unidade pública da região a oferecer o Parto Humanizado, projeto que garante atenção especial à mãe e ao bebê e que permite à gestante ter uma pessoa de confiança, ao seu lado, durante todo o parto.

Reestruturação da saúde garante melhor atendimento à populaçãoE logo, a rede será ampliada. Já estão a todo vapor as obras de construção das UBSs do Jardim Aliança e Km 18. Além disso, a prefeitura aguarda liberação de verbas do Ministério da Saúde para concluir as obras do novo Pronto-Socorro do Jardim D´Abril.

Nesses três anos e meio, a Saúde de Osasco também ganhou novos e importantes serviços, como a Farmácia Popular, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e novos consultórios odontológicos nas unidades de saúde.

Projetos

Mas as mudanças não se resumiram aos prédios. Foi criada também uma série de programas para garantir melhor atendimento à população. Um deles é o PACS (Programa de Agentes Comunitários de Saúde), por meio do qual os agentes visitam a comunidade para levar noções de prevenção às doenças e também informações sobre a rede.

Outro destaque é o PAD (Programa de Atendimento Domiciliar), que conta com uma equipe multidisciplinar que vai até a casa de pacientes acamados para levar atendimento.

Mais recentemente, foram lançados os programas Remédio em Casa, que garante medicamentos a domicílio para diabéticos e hipertensos atendidos na rede, evitando que eles se desloquem à unidade de saúde apenas para receber remédio, e o Cartão da Saúde, por meio do qual os pacientes pode ter sua ficha e histórico médico consultados de qualquer unidade da rede, que foi totalmente informatizada.

Os usuários também contam, agora, com o Guia da Saúde, publicação semelhante aos livretos dos convênios médicos particulares e que traz informações completas sobre o funcionamento da rede municipal de saúde.

Ainda há muito a ser feito para que a população tenha o atendimento que merece, afinal a Saúde não é um problema só de Osasco, e sim de todas as cidades. Mas o trabalho realizado pela administração municipal até aqui mostra que, comparado ao caos encontrado em 2005, ela já saiu da UTI há muito tempo e está em franca recuperação.

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um comentário

  1. Boa Noite.
    Fiquei assustada com a situação da saúde em Osasco.
    Pago convênio e nunca precisei utilizar os serviços disponibilizados pelo Estado. Porém tive o desprazer de visitar um amigo no hospital Central ou Antônio Giglio.
    Me deparei com um descaso imenso.
    Pagamos caro por esse serviço.
    Ele precisou de um aparelho q n funcionava. A pessoa q o acompanhava era quem tinha que mantê-lo ligado.
    A enfemeira por pouco n lhe deu remédio de outro paciente.
    Houve necessidade de colocá-lo no isolamento. Ele passou mal durante a noite e n conseguia pedir por socorro, pois 2 portas o fechava e n havia nenhum modo de comunicação dele com uma enfermeira.
    Dentre isso muitas outras coisas.
    O que há pra dizer sobre isso?

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